Reni Oliveira

"Sou o filho que ainda não veio. O início o fim e o meio"

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Quanto Sol, não?


Postado por ambient@ndo-se às 12:48 Um comentário:

Mas Bruna!!!


Postado por ambient@ndo-se às 12:34 5 comentários:

Eita, Bruna!!!!


Postado por ambient@ndo-se às 12:21 Um comentário:

Não parecem dois pintinhos debaixo da asa da galinha?


Postado por ambient@ndo-se às 12:00 Nenhum comentário:
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Reni Oliveira

Nasci da cantiga do vento, da poeira, da chuva e do sol. Sou a mais plena inspiração Divina. A crença nisso é o que me move e me faz viver... sou e prefiro seguir o que falou a poetisa

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo. Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos. Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso. Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.Já tive crises de riso quando não podia.Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE! Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: - E daí? EU ADORO VOAR!

Clarice Lispector

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Reni Oliveira

ambient@ndo-se
Recife, PE, Brazil
Um ser que tem a Terra como lar emprestado para morar, e que em breve irá devolvê-lo
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Rechinam meus sapatos

Rechinam meus sapatos rua em fora.
Tão leve estou que nem mais sobra tenho
E há tantos anos de tão longe venho
Que nem lembro de mais nada agora!


Mário Quintana






Felicidade


A doce tarde morre. E tão mansa
Ela esmorece,
Tão lentamente no céu de prece,
Que assim parece, toda repouso,
Como um suspiro de extinto gozo
De uma profunda longa esperança
Que, enfim cumprida, morre, descansa...


E enquanto a mansa tarde agoniza,
Por entre a fria névoa do mar
Toda minh’alma foge na brisa:
Tenho vontade de me matar!

Oh, ter vontade de se matar...
Bem sei é causa que não se diz.
Que mais a vida me pode dar?
Sou tão feliz!
– Vem noite mansa...


Manuel Bandeira – Testamento de Pasárgada, p. 83, 2003.
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